sexta-feira, 10 de junho de 2011

quinta-feira, 2 de junho de 2011

" No silêncio da noite"


 

Foi numa noite de luar,
Que me senti levar,
Foi então que tive em mente,
Ser estrela cadente,
Vaguear como duas almas apaixonadas,
Juntas pelo universo,
Libertar-me, destas amarras da vida,
Sendo livre de voar pelo mundo,
Sem parte definida,
Sem local de chegada,
Sem destino escolhido,
Essa liberdade de viver,
Apenas se compadece, com a vontade de oferecer.
Por vezes, procuro-me no luar,
Fascina-me o seu olhar,
Pergunto-me, se estou a sonhar,
Não sei !
Sei apenas, que tenho sempre o luar,
Para me acompanhar!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Poema

              
A vida, acredita, não é um sonho
Tão negro quanto os sábios dizem ser.
Frequentemente uma manhã cinzenta
Prenuncia uma tarde agradável e soalhenta.
Às vezes há nuvens sombrias
Mas é apenas em certos dias;
Se a chuvada faz as rosas florir
Ó porquê lamentar e não sorrir?
Rapidamente, alegremente
As soalhentas horas da vida vão passando
Agradecidamente, animadaA vida, acredita, não é um sonho
 Tão negro quanto os sábios dizem ser.
 Frequentemente uma manhã cinzenta
 Prenuncia uma tarde agradável e soalhenta.
Às vezes há nuvens sombrias
 Mas é apenas em certos dias;
 Se a chuvada faz as rosas florir
 Ó porquê lamentar e não sorrir?
Rapidamente, alegremente
mente
Goza-as enquanto vão voando.
E quando por vezes a Morte aparece
E consigo o que de Melhor temos desaparece?
E quando a dor se aprofunda
E a esperança vencida se afunda?
Oh, mesmo então a esperança há-de renascer,
Inconquistável, sem nunca morrer.
Alegre com a sua asa dourada
Suficientemente forte para nos fazer sentir bem
Corajosamente, sem medo de nada
Enfrenta o dia do julgamento que vem.
Porque gloriosamente, vitoriosamente
Pode a coragem o desespero vencer